domingo, 11 de setembro de 2011

inside

Procurei manter esse fim de semana o mais improdutivo possível pra relaxar. Joguei bastante videogame até de madrugada, comi bastante porcaria, e até refrigerante(light) comprei.



Mantendo essa estratégia, fui vendo pela internet os blogs, vlogs mais populares, nacionais ou mundiais, e achei... difícil. Boa parte deles não consegui ler mais do que 5 linhas, assistir mais do que 30 segundos. Alguns me agradaram mais, tinham seus momentos interessantes. Era óbvio que ninguém ali tá tentando ser genial. Ok, as vezes óbvio demais até. Discursar sobre ink ribbons, falar jocosamente que Crepúsculo é coisa de adolescente, me soa meio sem razão de ser e óbvio. Má vá lá, humor é coisa pessoal, mesmo. Os comentários são interessantes pela quantidade de coisa não interessante que é dita.

Aí eu lia esses discursos sobre a vida sexual seguida de sermãos moralistas contra quem comentava nos artigos, adolescentes vociferando que o governo ladrão deveria cobrar menos impostos nos videogames, nerds estilosos falando sobre tirar segunda via de identidade, e aí de vez em quando vejo esses quadradinhos do lado aumentando de quantidade e penso... Fudeu.

Se teve uma coisa que a terapia me ensinou foi a olhar mais dentro de si. Se algo te incomoda, qualquer coisa, mais principalmente se alguém te incomoda, olhe pra si. Olhe lá dentro. Provavelmente eu estou reprimindo em mim aquilo que vejo no outro, e é exatamente por isso que a pessoa é tão irritante. Ela esfrega na minha cara o que odeio em mim.

Foda.

1 comentários:

disse...

Realmente, a gente reprimi aquilo que vê nos outros. è chato ter que admitir, mas é melhor, isso se chama auto-conhecimento . Gostei do blog.

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